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MOVE

Mudanças no MOVE 2020

O programa Move –Musicians and Organizers Volunteer Exchange foi interrompido em 2020 devido às restrições impostas pela pandemia nos países parceiros: Noruega, Malawi, Moçambique e Brasil.

Em 2020, apenas serão realizadas as atividades de contrapartida, pertinentes à edição 2019 do programa.

As atividades de intercâmbio que regularmente iniciam na Noruega e continuam nos demais países parceiros, serão retomadas apenas em 2021. E o período de intercâmbio ainda não está programado.

Para o Move 2021 não haverá novo processo seletivo. Os 09 candidatos pré-selecionados no Brasil, em 2020, serão mantidos e posteriormente convocados para a realização da 3ª e última fase do processo seletivo.

Ainda não há uma data definida para a realização das atividades e entrevistas presenciais programadas para a finalização do processo seletivo desses pré-selecionados, mas todos serão devidamente alertados, com antecedência, assim que uma agenda segura seja definida.

Intercâmbio

Na próxima edição, até seis jovens músicos, de 18 a 25 anos de idade, irão para a Noruega, Malawi e Moçambique como participantes de um intercâmbio internacional promovido pelo Move (Musicians and Organizers Volunteer Exchange) em parceria com a Sustenidos Organização Social de Cultura.

Confira a lista de candidatos para a primeira fase do processo seletivo:

Amanda Toyoda dos Anjos, educadora do polo Lagoinha, canta e toca violão

popular, além de teclado e flauta doce.

Carla da Silva Tegana, educadora do Polo Regional Marília, toca violino e flauta doce.

Daniel de Souza Silva Filho, educador do Polo José Bonifácio, toca percussão e saxofone.

Giovanna Contador Rodrigues da Costa, educadora dos polos Lençóis Paulista e Dois Córregos, toca contrabaixo acústico e elétrico, além de ukulelê e kántale.

José David Barros Lorena das Neves, auxiliar do Polo Piracicaba, canta, toca trombone e teclado.

Lanna Carla Soares Menezes, ex-aluna do Polo São Roque, toca violino e bandolim.

Luã Augusto Lopes Oliveira, ex-aluno do Polo Regional São José do Rio Preto, toca clarinete e violão.

Mateus Messias, ex-aluno do Polo Regional Jundiaí, toca flauta transversal e flauta doce.

Sammy Neves Sousa, auxiliar dos polos Rio Claro e Cordeirópolis, toca bateria e percussão.

Todos os candidatos serão contatados por celular e e-mail, momento em que receberão as orientações para elaboração do projeto e realização do vídeo.

Clique aqui para ler o novo regulamento.

MOVE – Musicians and Organizers Volunteer Exchange

O Musicians and Organizers Volunteer Exchange (MOVE) é um programa de intercâmbio e voluntariado entre as organizações musicais  JMNorway, Trøndertun Folk High School,  Music Crossroads Malawi, Music Crossroads Moçambique e Sustenidos.

Desde 2015, o Move – Musicians and Organizers Volunteer Exchange  é realizado no Brasil. Ex-alunos e educadores do Projeto Guri, de 18 a 25 anos, podem participar do programa de intercâmbio. Atualmente, seis jovens brasileiros são eleitos em um rigoroso processo seletivo para passar uma temporada de dez meses nos outros países participantes: Noruega, Malaui e Moçambique – são enviados dois jovens para cada lugar. Durante a jornada, eles atuam em festivais, competições e capacitações.

O Move é resultado da parceria entre a Sustenidos e a Jeunesses Musicales International (JMI), instituição com sede na Bélgica que fomenta programas musicais em cerca de 70 países. 

A ação é custeada pela Norec – agência norueguesa para cooperações em intercâmbios, e o objetivo é desenvolver novas habilidades e interpretações culturais, ampliando e enriquecendo não apenas os jovens que fazem intercâmbio, como as comunidades em que desenvolvem projetos e atividades.

Nos primeiros 15 dias, os intercambistas passam por um processo de capacitação em Oslo,  na Noruega, ao lado de jovens de diversas áreas de voluntariado. Esse período de integração tem como meta prepará-los para que compreendam a sociedade em que vão atuar e os conceitos que estruturam o Move e a Norec. Após o cumprimento dessa etapa, cada equipe segue seu destino.

Ao voltar da imersão no exterior, os participantes brasileiros têm como missão compartilhar o que aprenderam com a comunidade do Projeto Guri. A devolutiva pode  ser feita em forma de atividades, oficinas e apresentações nos mais de 300 polos de ensino. Por meio de projetos próprios e com apoio das equipes da Sustenidos, os jovens encantam a todos com as novidades musicais e culturais que trazem na bagagem.

Após a viagem ao Malaui,  por exemplo, Eduardo Scaramuzza realizou uma série de ações com os guris divulgando o Ta Kagunda Project, iniciativa voltada a meninas  de 10 a 18 anos, que tem como objetivo o empoderamento feminino por meio da percussão.  A ação, desenvolvida no país africano, ultrapassou o ato  de tocar tambor, fazendo com que as meninas da região e seus pais repensassem a ideia de que representantes  do sexo feminino não podem se interessar por determinados instrumentos.

Em São José dos Campos, o supervisor educacional do Projeto Guri e ex-intercambista na Noruega, Guilherme dos Santos, criou a Guri International Band, conjunto formado inicialmente em parceria com  os estrangeiros Hannah, John e Calisto. O grupo se destaca pela missão de apresentar a cultura de outros países com músicos nativos. “O sucesso  da banda está no contato direto do público com a riqueza cultural.  A maneira como os estrangeiros dançam, tocam e narram as curiosidades proporciona grande aproximação”, lembra Guilherme.

Brasileiros beneficiados com o programa:

Noruega: Jassá Aquino,  Aydan Schmidt,  Guilherme dos Santos,  Thales Simões Martins,  Cintia Galan,  Igor Crecci,  Gabriel Andres, Otávio Antoniacci, Jhenifer Costa e Meliely Sousa.

Malawi: Eduardo Scaramuzza, Ananda Miranda, Elias de Oliveira Junior, Vitor Lyra Biagioni,  Karoline Ribas,  Gabriel Fabiano, Leonardo Reis, Maria Fernanda Pombalino, Luana Paula Carvalho e Mariana Silva.

Moçambique: Marcelo Brito,  Renan Castro Dias,  Lucas D’alessandro, Miriam Momesso, Rafael Soares e Wannie Ramos.

Estrangeiros recebidos pela Sustenidos:

Noruega: Ellen-Martine, Nikolai Gmachl-Pammer,  Sandra Skroedal,  Ole Berget Hannah Larsen,  Kristoffer Dokka, Ruth Hoff e Trygve Lid.

Malawi: John Mchiswe, Waliko Gondwe, Darius Lumwira e Sarah Mugawa.

Moçambique: Alah Mahigo, Vando Infante, Engristia Irina, Tiger Massuco,  Calisto Rodrigues, Valentino Salimo, Ivo Matine e José Luiz Chambia.