Balé da Cidade de São Paulo celebra 58 anos reafirmando a dança como pensamento crítico e presença artística

Foto: Larissa Paz

O Theatro Municipal de São Paulo — equipamento cultural gerido pela Sustenidos Organização Social de Cultura — celebrou, em fevereiro, os 58 anos do Balé da Cidade de São Paulo (BCSP), um dos mais importantes corpos artísticos do país e referência na construção da dança contemporânea brasileira.

Ao longo de quase seis décadas, o grupo consolidou uma trajetória marcada pela experimentação, pela pesquisa e pela constante atualização artística, dialogando de forma direta com as transformações sociais, culturais e estéticas da cidade de São Paulo. Para refletir sobre esse percurso, conversamos com Alejandro Ahmed, atual diretor artístico do Balé da Cidade, que compartilha sua visão sobre a história, os desafios e os caminhos futuros da companhia.

Uma presença artística em constante transformação

Mais do que definir uma identidade fixa, Ahmed propõe olhar para o Balé da Cidade a partir de sua capacidade de transformação. Segundo ele, o que caracteriza a trajetória da companhia é uma presença artística construída historicamente a partir da reflexão crítica sobre o próprio tempo.

“Pensar a presença artística e não a identidade do BCSP”, afirma o diretor, destacando que a companhia desenvolveu, ao longo de sua história, “um modo de compreender a contemporaneidade ao elaborar o corpo contemporâneo como corpo crítico”.


Desde suas diferentes fases, especialmente a partir de meados dos anos 1970, o Balé da Cidade consolidou uma prática artística quedialoga com a complexidade urbana de São Paulo. A cidade, diversa e dinâmica, torna-se também matéria de criação, influenciando uma síntese técnica e artística que mantém em tensão tradição, inovação e pensamento crítico.

Entre tradição e inovação: desafios de uma companhia pública

Conduzir um grupo artístico com quase seis décadas de história exige equilíbrio constante entre legado e renovação. Para Ahmed, os principais desafios estão nos aspectos éticos e estéticos que atravessam o cotidiano de uma companhia pública de grande porte.

“Um dos desafios é encontrar um ponto de equilíbrio entre diferentes gerações de bailarinas e bailarinos”, explica, ressaltando a condição do BCSP como companhia de repertório, que dança obras de diferentes coreógrafas e coreógrafos ao mesmo tempo em que responde às demandas institucionais.


Nesse contexto, tradição não significa imobilidade. Pelo contrário: segundo o diretor, respeitar o passado implica compreender que a expansão e a abertura ao novo fazem parte da própria história do grupo. A dança, portanto, se constrói em movimento, revisitando o que a constitui enquanto projeta novos futuros possíveis.

Formação de público e ampliação do acesso à dança

Outro eixo central da atuação do Balé da Cidade é o fortalecimento da relação com o público. Para a companhia, a dança vai além da linguagem artística e se afirma como forma de conhecimento e reflexão sobre o corpo e o mundo.

Nos últimos anos, o BCSP ampliou ações de mediação e compartilhamento que aproximam o público dos processos criativos e técnicos da dança contemporânea. Entre as iniciativas estão projetos como Ensaios Expandidos, Conversa de Bastidores, Quase em Cena, Antes da Cena e visitas guiadas, que convidam o público a vivenciar o processo artístico de maneira mais próxima.

“A troca com o público se fortalece por meio de diferentes ações de compartilhamento, que aproximam os processos de criação e ampliam o acesso às práticas da companhia”, destaca Ahmed.


Essas ações reforçam o compromisso do grupo com a formação de público e com a democratização do acesso à dança, consolidando o Balé da Cidade como um espaço de pesquisa e encontro entre diferentes saberes.

Repertório e contemporaneidade: a dança como reflexão sobre o presente

As escolhas artísticas atuais também refletem debates urgentes da sociedade brasileira. Segundo o diretor artístico, o repertório é o eixo que estrutura as estratégias éticas e estéticas da gestão, buscando colocar a dança em diálogo direto com as questões do presente.

“A dança não traduz a realidade: ela a complementa”, afirma Ahmed. “Nesse gesto, compromete-se com aquilo que é mais central ao nosso fazer, o corpo, e com suas imbricações sociais, políticas e culturais.”


Nos últimos anos, as decisões curatoriais têm valorizado processos que fortalecem a voz do elenco e ampliam as possibilidades de criação, incorporando diferentes perspectivas e tecnologias específicas da dança contemporânea. O resultado é uma prática artística que não apenas representa o tempo atual, mas participa ativamente de sua construção crítica.

58 anos olhando para o futuro

Celebrar os 58 anos do Balé da Cidade de São Paulo é reconhecer uma trajetória que atravessa gerações e reafirma o papel da arte comoespaço de pensamento, transformação e diálogo com a sociedade.

Ao manter-se em constante atualização, o BCSP segue ampliando sua relevância no cenário nacional e internacional, fortalecendo a dança contemporânea e aproximando o público dos processos criativos que dão vida ao palco do Theatro Municipal de São Paulo.

O aniversário marca a continuidade de um projeto artístico vivo — que olha para sua história enquanto projeta novos caminhos para a dança e para a cultura brasileira.

MusicouLab chega a Andirá e fortalece a conexão entre música e tecnologia

O núcleo Musicou Andirá inicia as atividades no programa MusicouLab, um laboratório/estúdio musical equipado para promover oficinas e vivências com foco na música e na tecnologia. Essa inauguração representa mais um passo para transformar o núcleo em um hub criativo local, conectando talentos, saberes e experiências com a música contemporânea e suas tecnologias.

Inédito na região, o programa, 100% gratuito, tem por objetivo apoiar e impulsionar a trajetória de jovens músicos e grupos locais dos territórios atendidos, por meio da oferta de duas oficinas específicas – Música e Tecnologia e Mentoria Artística – e da disponibilização de um espaço equipado (laboratório/estúdio e set de instrumentos), no qual os(as) participantes poderão realizar trabalhos autorais, experimentar e produzir coletivamente, desenvolver a percepção por meio de recursos tecnológicos e aprimorar habilidades de manipular softwares e plugins de áudio.

Espera-se que o MusicouLab seja reconhecido pela comunidade como ponto de encontro criativo, espaço de circulação de ideias e experimentações, onde jovens artistas possam se reunir, aprender, compartilhar processos e fortalecer suas trajetórias de criação e produção musical.

Oficina de Música e Tecnologia

As Oficinas de Música e Tecnologia oferecem aos(às) participantes uma abordagem complementar aos estudos musicais. O objetivo é introduzir o(a) estudante a perspectivas musicais contemporâneas que integram música, mídias e tecnologia, por meio de temas como: composições cumulativas com uso de tecnologia; beatmaker (bases rítmicas); composição de trilhas sonoras e soundscapes (paisagens sonoras); corpo, sons da natureza e registro sonoro; SoundFX criativo (efeitos sonoros); edição e mixagem com uso de softwares e plugins livres; Foley (sonoplastia); e manipulação de material sonoro.

Para se inscrever, basta comparecer no núcleo Musicou Andirá, de segunda, terça e quinta-feira. As oficinas acontecerão nas terças e quintas-feiras, das 16h30 às 17h30.

Musicou Andirá – Cine Teatro São Carlos
Endereço: Rua São Paulo, s/n, Centro – CEP: 86380-970
Horário de funcionamento:
2ª, das 14h às 18h,
3ª, das 14h30 às 20h30,
5ª, das 14h30 às 20h30,

Conservatório de Tatuí divulga programação de fevereiro

Conservatório de Tatuí divulga programação de fevereiro

Conservatório de Tatuí divulgou a programação do mês de fevereiro!

Este mês, a instituição – que é considerada a maior escola de música e teatro da América Latina –, apresenta uma diversidade de atrações.

Na programação, o público poderá curtir, música, teatro, receitais e muito mais!

Leia a matéria completa aqui.

Afrociberdelia sinfônico: Nação Zumbi ocupa o Municipal e faz história ao lado da Orquestra Experimental do Repertório

Foto: Rafael Salvador

Afrociberdelia sinfônico:
Nação Zumbi ocupa o Municipal e faz história ao lado da Orquestra Experimental de Repertório

Nos dias 2 e 3 de fevereiro, o Nação Zumbi protagonizou um encontro potente entre manguebeat, sinfonia, memória e ancestralidade no palco do Theatro Municipal de São Paulo. Acompanhado pela Orquestra Experimental de Repertório, sob a regência de Wagner Polistchuk, a banda pernambucana celebrou os 30 anos de Afrociberdelia, disco fundamental da música brasileira contemporânea, em dupla apresentação no equipamento gerido pela Sustenidos Organização Social de Cultura.

Lançado em 1996, Afrociberdelia é um marco por fundir ritmos tradicionais, rock, eletrônica e experimentalismo, consolidando o manguebeat como uma das grandes forças da música brasileira. Três décadas depois, o disco ganhou novos contornos com arranjos sinfônicos assinados por Mateus Alves, que ampliaram as camadas do álbum sem perder sua pulsação original.

A expectativa para o show foi tão grande que os ingressos se esgotaram em cinco minutos e uma nova data foi aberta, na qual também houve lotação máxima em apenas três minutos.

“A gente espera abrir novas datas, depois do período da folia, porque se faz necessário. Muitos amigos ficaram fora nas duas ocasiões, os ingressos acabaram muito rápido e foi uma experiência muito boa para gente”, diz Jorge Du Peixe.

Foto: Rafael Salvador

Com o disco Afrociberdelia executado do começo ao fim, o público cantou junto as 18 músicas do setlist, transformando o Theatro Municipal em um grande coro coletivo. O show terminou com o bis de “O Sonho”, do álbum Nação Zumbi (2014), e o clássico “Maracatu Atômico”, selando duas noites em que o mangue encontrou a sinfonia — e saiu ainda maior.

Para o vocalista, a experiência foi marcante em vários níveis — artísticos, afetivos e simbólicos. Ele destacou a mobilização do público e a intensidade emocional vivida nas duas noites em São Paulo.

“Funcionou muito o projeto desse show, pois a gente viu isso se refletir no público, que ficou emocionado em vários momentos, assim como a gente em cima do palco. Principalmente por ser dia de Iemanjá, uma data cheia de emoções, ainda tendo que subir no palco, então eu acho que a missão foi cumprida nas duas noites.”

Du Peixe também falou sobre o impacto deste encontro com a orquestra e sobre como esse diálogo vinha sendo costurado pela banda há bastante tempo.

“Não é a primeira vez que a gente se apresenta em teatro, mas com a soma importante e elegante necessária de uma orquestra, sim. E a Orquestra Experimental do Repertório não deixa de ser um experimento, é um encontro muito bonito. A gente já pensava nessa formação há um bom tempo e agora foi possível”, conta o vocalista.

Foto: Rafael Salvador

“Foi muito legal o encontro com o Wagner Polistchuk aqui de São Paulo, acompanhado de uma orquestra jovem. A gente descobriu que muita gente da orquestra curtia o som, pois, já nos ensaios, dava para ver a galera tocando e cantando baixinho as nossas músicas. É uma experiência muito válida e a gente espera poder fazer mais vezes”, complementa.

Tocar Afrociberdelia na íntegra também teve um peso especial por ser o último trabalho gravado com Chico Science. Segundo Du Peixe, revisitar o álbum completo foi tão desafiador quanto emocionante.

“Tem um sabor especial porque esse disco tem músicas que a gente nunca levou ao palco, nem com o Chico. Nem sempre quando você lança um disco, você toca ele na íntegra, ao vivo. Você acaba distribuindo as músicas em repertórios diferentes. Mas tocar o disco na íntegra foi um desafio e um desafio carregado de memórias, né? Isso traz um sabor maior”, revela o vocalista.

Foto: Rafael Salvador

Já o contrabaixista Dengue também celebrou a repercussão imediata do projeto, impulsionada pelos vídeos que circularam nas redes sociais logo após a primeira apresentação.

“A gente está muito feliz e impressionado com o resultado desses dois shows em São Paulo. Nós já percebemos que a notícia espalhou e agora o pessoal dos outros teatros do Brasil, de outras orquestras, estão começando a ligar e a nos convidar para outros shows. Não prevíamos que isso aconteceria”, revela o artista.

Foto: Rafael Salvador

Para ele, o clima vivido no Municipal foi algo fora do comum, inclusive pela quebra de protocolos tradicionais da casa acostumada com óperas e concertos de música clássica.

“Eu diria que foi mágico tudo o que vivemos aqui. A gente estava comentando que foi uma loucura: o pessoal levantou, cantou, quebrou um pouco a formalidade desse lugar. Sem dúvidas, foi uma experiência diferente para nós, para o teatro, para a orquestra, para o maestro e principalmente para o público”, completa.

Paralelo ao show, Jorge Du Peixe adiantou que um novo disco do Nação Zumbi já está em produção — e promete surpreender o público.

“É um momento novo para a banda. A nossa maior marca sempre foi a diferença a cada disco, a gente nunca se repetiu. Nesses 30 anos, a cada trabalho a gente traz um frescor novo. Tem ideias novas, intenções novas, não só na percussão, mas também nas linhas harmônicas. Vai ser um disco bonito, bem variado, mas que não vou das mais informações agora”, completa ele, já deixando essa expectativa para os fãs.

por Marcus Vinicius Magalhães

2º processo seletivo de bolsistas do Conservatório de Tatuí recebe inscrições

Banda Sinfônica do Conservatório de Tatuí
Foto: Paulo Rogério Ribeiro/Arquivo Conservatório de Tatuí)

O Conservatório de Tatuí abriu inscrições para o segundo processo seletivo de bolsistas dos grupos artísticos musicais. A escola oferece vagas remanescentes e possibilidade de cadastro reserva em instrumento e canto para todos os nove grupos de música.

A iniciativa é destinada a estudantes regularmente matriculados no CDMCC e participantes vindos de outras escolas musicais ou que estudem com professores particulares, desde que comprovem mensalmente vínculo estudantil ao longo do ano letivo de 2026.

Para estes casos, ainda é necessário que o participante tenha idade inferior a 30 anos e curse ao menos uma disciplina coletiva oferecida pelo CDMCC ao longo do período de vigência da bolsa.

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Matrículas abertas para aulas gratuitas de música em Andirá

Foto: Divulgação

Estão abertas as matrículas para o Musicou Andirá, programa de educação da Sustenidos Organização Social de Cultura. 

Com patrocínio da CTG Brasil, o projeto oferece aulas gratuitas para pessoas de todas as idades no município paranaense, sendo de violão, percussão, canto coletivo, iniciação musical e prática de conjunto. As inscrições são presenciais no Cine Teatro São Carlos. É preciso levar documento de identificação com foto, RG ou certidão de nascimento do aluno, comprovante de residência e documento dos responsáveis, caso o aluno seja menor de 18 anos.

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Theatro Municipal de São Paulo realiza dia 7 de fevereiro a IV edição da Lavagem da Escadaria

Foto: Francisco Gaspar

O Theatro Municipal de São Paulo realiza no dia 7 de fevereiro, às 11h, a IV Edição da Lavagem da Escadaria, inspirada em práticas culturais tradicionais da Bahia, que celebra a força simbólica da cultura afro-brasileira como expressão de identidade, história e convivência. O evento será composto por show musical e cultural no Salão Nobre do Theatro, degustação de culinária afro-brasileira, bênçãos multirreligiosas promovendo a cultura de paz, lavagem da escadaria do Theatro Municipal de São Paulo ao som de cânticos e ritmos sagrados.
 

A programação tem início às 11h, no Salão Nobre, com o momento de Bênçãos, em uma celebração ecumênica conduzida por sacerdotes de matriz africana.

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Matrículas abertas para estudar no Musicou

Estão abertas as matrículas para estudar em três núcleos do Musicou: Andirá, Arinos e FUNSAI. Destinado para todas as idades, o projeto é gratuito, não é necessário ter o instrumento musical, tampouco ter conhecimento prévio sobre o curso escolhido.

Com uma estrutura completa de salas de aula, o Musicou oferece os instrumentos musicais, salas de ensaios e também contam com educadores preparados para receber alunos de todos os níveis de conhecimento sobre o curso escolhido. Os núcleos Musicou FUNSAI e Andirá ainda disponibilizam espaço para a comunidade ensaiar em seu Espaço Musicou.

Para se inscrever no Musicou, é necessário comparecer presencialmente no núcleo. Confira o horário de funcionamento de cada espaço AQUI. É preciso levar documento de identificação com foto, RG ou certidão de nascimento do aluno, comprovante de residência e documento dos responsáveis, caso o aluno seja menor de 18 anos.

Andirá-PR
Patrocinado pela CTG Brasil, o Musicou Andirá oferta para a comunidade os cursos de violão, percussão, canto coletivo, iniciação musical e prática de conjunto. As inscrições são presenciais e acontecem no Cine Teatro São Carlos, espaço que abriga o núcleo do projeto na cidade desde 2022.

Arinos-MG
Também patrocinado pela CTG Brasil, o Musicou Arinos tem abertas inscrições para os cursos: violão, percussão, canto coletivo, iniciação musical e prática de conjunto. As inscrições são presenciais e acontecem na Secretaria de Cultura de Arinos, espaço que abriga o núcleo do projeto na cidade desde 2023.

FUNSAI-SP
O núcleo Musicou FUNSAI, que tem como mantenedora a FUNSAI – Fundação Nossa Senhora Auxiliadora do Ipiranga, oferta para a comunidade do bairro do Ipiranga os cursos violão, percussão, canto coletivo e iniciação musical. As inscrições são presenciais e acontecem no LAMFF – Liceu de Artes Musicais Fúrio Franceschini, espaço cultural gerido pela FUNSAI que abriga o núcleo do projeto na cidade desde 2024.

SERVIÇO
Abertura de matrículas – Núcleo Musicou Andirá
Cine Teatro São Carlos – Rua São Paulo s/n – Centro/ Andirá – PR
Inscrições a partir do dia 26 de janeiro presencialmente no núcleo
Cursos: violão, percussão, canto coletivo, iniciação musical e prática de conjunto
Aulas: terças e quintas-feiras, no período da tarde

Abertura de matrículas – Núcleo Musicou Arinos
Secretaria de Cultura – Avenida Francisco Pereira, n° 2125 – Centro, Arinos-MG
Inscrições a partir do dia 26 de janeiro presencialmente no núcleo
Cursos: violão, percussão, canto coletivo, iniciação musical e prática de conjunto
Aulas: terças e quintas-feiras, no período da tarde

Abertura de matrículas – Núcleo Musicou FUNSAI
LAMFF – Liceu de Artes Musicais Fúrio Franceschini – Avenida Nazaré, 366 – Ipiranga, São Paulo  -SP
Inscrições a partir do dia 26 de janeiro presencialmente no núcleo
Cursos: violão, percussão, canto coletivo e iniciação musical
Aulas: terças a sábado, no período da tarde

Nação Zumbi celebra 30 anos de ‘Afrociberdelia’ com orquestra no Theatro Municipal de SP

Foto: Adriano Vizoni/Folhapress

Jorge Du Peixe (vocal), Dengue (baixo), Toca Ogan (percussão), Marcos Matias e Da Lua (tambores), Tom Rocha (bateria) e Neilton Carvalho (guitarra) vão tocar versões orquestrais das faixas do disco, como “Maracatu Atômico”, “Mateus Enter”, “Etnia” e “Manguetown”.

A orquestra do Municipal estará sob a regência de Wagner Polistchuk.

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Orquestra Experimental de Repertório apresenta ‘Mitos Sonoros’ em SP

Foto: Rafael Salvador

Com entrada gratuita, a Orquestra Experimental de Repertório apresenta, no dia 25, domingo, no Theatro Municipal, o concerto Mitos Sonoros.

No programa, uma série de obras com temas como natureza, América Latina e divindades ligadas à terra, com composições como Uirapurú: Bailado Brasileiro, de Heitor Villa Lobos (1887-1959), Sinfonia dos Orixás: Suíte, de Almeida Prado (1943-2010), e Nhanderú, de Clarice Assad.

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